No nível mais simples, o nosso cérebro não passa de inúmeros neurónios ligados entre si que transmitem sinais elétricos. Neurónios diferentes recebem estímulos diferentes como a luz, o toque e até a dor. A atividade destes é depois interpretada para informação útil. Vejamos o caso da visão, as imagens de luz do olho são transmitidas pelo nervo ótico para o córtex occipital para serem interpretadas.
Apesar de todos os avanços científicos que têm surgido nesta área a criação e interpretação de pensamentos é um processo que não está muito bem compreendido e sem dúvida bastante complexo. Numa tentativa de os melhor definir, cientistas, médicos e psicólogos utilizam novas técnicas de visualização, estudando assim a função e atividade cerebral. Estas técnicas avançadas incluem termografias para a produção de imagens da estrutura anatómica do cérebro bem como a interpretação de padrões de energia para detectar anomalias. Os cientistas começam agora a perceber que várias partes do cérebro funcionam enquanto criamos pensamentos ou sentimos diferentes emoções.
É o lobo frontal do córtex cerebral que trata o pensamento, o raciocínio, as memórias e as decisões. Pensa-se que é esta a parte do cérebro que é responsável pela personalidade individual. Já o tronco cerebral é responsável pelas funções vitais sem que nós tenhamos de pensar nelas como a função cardíaca e a respiração. A hipófise é uma pequena glândula responsável pela produção de hormonas que pode afectar indiretamente os nossos comportamento e o cerebelo é igualmente importante pois sem ele não podíamos digitar, escrever ou fazer tarefas que exigissem ações precisas.
Bibliografia: Revista Quero Saber nº 25
