Um empresário norte-americano, inquieto com o aquecimento global, disse ter colocado toneladas de sulfato de ferro no Oceano Pacífico, mais precisamente ao longo da costa Canadiana. O seu objectivo era favorecer o crescimento de fitoplâncton e capturar o CO2. Depois deste ato, imagens recolhidas pela NASA, através de satélites, parecem confirmar um florescimento artificial de fitoplâncton numa área de mais ou menos mil quilómetros quadrados.
Inúmeros estudos mostram que o sulfato de ferro estimula o crescimento desta planta que por sua vez consegue “capturar” o CO2 do fundo mar. Este método é conhecido como geo-engenharia de fertilização do oceano. O empresário pensa que a sua ação pode vir a restaurar populações de salmão. Apesar dos resultados obtidos esta prática é mundialmente proibida.

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Os investigadores debatem agora se este tipo de fertilização consegue a longo prazo capturar o CO2 ou se tem efeitos prejudiciais nos ecossistemas oceânicos. A preocupação dos cientistas reside na possibilidade de o sulfato de ferro produzir toxicidade e até piorar a acidificação dos oceanos bem como o aquecimento global. Por outro lado, quem sabe se esta ideia não poderá resultar?!
Fonte: Ciência Hoje

