Disfarças, mentes, transformas-te, desapareces. Foges a milhentos pés, não suportas, tendes a permanecer mas só pensas em escapar. O passado consome-te a cada meneio, a cada fragmento de tempo que acaba, a cada porção de futuro que chega. Não te atreves, sequer, a pensar que podes não estar, de todo, incorrecto. Seres desonesto contigo próprio é como estares sentado esperando para que algo interceda, oriundo do fundo dos céus. Não advirá! Terás de ser tu, acreditar em ti, adoptar os teus instintos e combater!
Bárbara

