Uma árvore de folha caduca, que consegue alcançar alturas de 20-35 m. É a única espécie viva pertencente à família Ginkgoaceae, assim a Ginkgo biloba é um fóssil vivo. As restantes espécies da família encontram-se extintas, sobrando apenas fósseis de impressões deixadas pelas suas folhas, indicando a existência das outras espécies.
Há imenso tempo, que a Ginkgo tem sido cultivada na China, onde há espécies cultivadas nos jardins dos templos, que se acreditem terem mais de 1,500 anos. Devido ao facto de estar relacionada com o Budismo e o Confucionismo, espalhou-se pela China, Coreia e pelo Japão onde originou florestas. Em 1690, foi descrita pela primeira vez pelos Europeus que desconheciam a planta.
São árvores que se adaptam muito bem à vida urbana, tolerando o ar em redor e ao solo confinado onde se encontra. Raramente adoecem ou são atacadas por insectos. Mas não é só por este factor que se tornou uma espécie bastante interessante. Após a explosão da bomba atómica sobre Hiroshima, os investigadores descobriram que as ginkgo biloba tinham sobrevivido à radiação, brotando do solo da cidade devastada.
A nível decorativo são usados em bonsais ou em jardins públicos, enquanto na Medicina, as suas folhas têm sido usadas no combate aos radicais livres e como auxiliar da oxigenação cerebral. Como tal têm sido usadas em variadíssimos estudos, relativamente a doenças cerebrais, como o Alzheimer.
Desta espécie sabe-se tanto que não é possível fazer um artigo completo, como tal convido-vos a visitarem a fonte.
Luís M. Tavares
Fonte: Wikipedia




