Um grupo “anti-vacinação” está a pedir à comunicação social que pare de os mencionar como “anti-vacinação”, apesar de ser exatamente o que eles são.
Isto começou com um grupo anti-vacinação denominado “Crazymothers” (em português, “mães-malucas) que partilhou nas suas páginas de Twitter e Instagram este apelo.
Na publicação, pode ler-se o pedido dirigido aos media para deixarem de usar o termo “anti-vacinação” por ser depreciativo, inflamatório e por marginalizar as mulheres. Além disso, acrescentam que este termo é simplista, altamente ofensivo e falso. Pedem que sejam educadamente referidos como alguém que “alerta para os riscos das vacinas”.

Todos estes grupos que apelam à não vacinação focam-se em disseminar ideias e factos errados sobre a vacinação. O mais comum é ver estes grupos a partilhar a ideia errada de que a vacinação causa autismo e outras complicações graves.
Como consequência da não vacinação, temos o exemplo da República do Congo que teve um surto de sarampo no último ano com mais de 233 mil casos e quase 5 mil mortes causadas pela doença. Destes, cerca de 90% eram crianças com menos de 5 anos de idade.
Fonte: IFLScience
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