Um conceito que até agora se pensava impossível – um motor de propulsão que não se baseia em nenhum tipo de combustível físico, mas em radiações (microondas) – foi validado no dia 30 de Julho deste ano pela NASA na 50th Joint Propulsion Conference em Cleveland, Ohio.
Nos anos 90 a NASA testou um suposto dispositvo antigravidade, que até deu resultados bastante razoáveis, mas veio-se a verificar que estes resultados eram devidos a uma baixa precisão dos aparelhos de medição – o que não é o caso desta recente descoberta: os aparelhos de medição usados conseguiam medir até forças inferiores a 10 micronewtons e a força produzida pelo aparelho (denominado “Cannae Drive” pelo seu inventor, Guido Fetta) situava-se entre 30 a 50 micronewtons.
Dado os custos de montagem de um aparelho destes foram feitos poucos testes independentes (um deles feito por cientistas chineses, mas é considerado pouco credível pois obteve niveis de força produzida uma ordem de grandeza superior á dos restantes).
Ainda não se sabe com certza qual o funcionamento teórico deste motor, mas sabe-se que não respeita exactamente os fenómenos físicos conhecidos.

