Um grupo de investigadores publicou, em 1967, um estudo que mostra que a barba é um fator de risco para a propagação de doenças causadas por microorganismos infecciosos. A investigação surgiu no sentido de perceber se investigadores que trabalham com este tipo de microorganismos infecciosos e possuam barba podem apresentar um risco para os seus amigos e familiares.
O estudo
No estudo foi avaliada a propagação de Serratia marcescens e Bacillus subtilis entre diferentes indivíduos. Além disso, avaliaram a transmissão do vírus da doença de Newcastle e a toxina do Clostridium botulinum na transmissão por via aérea entre um manequim com barba para um hospedeiro.
Conclusão
Os resultados mostraram que a barba retém microorganismos e/ou suas toxinas mesmo após a lavagem da barba com água e sabão. Apesar da lavagem diminuir a prevalência destes agentes, não elimina o risco de provocar doença num outro indivíduo.
Fonte: Barbeito, M. S., Mathews, C. T., & Taylor, L. A. (1967). Microbiological Laboratory Hazard of Bearded Men. Applied Microbiology, 15(4), 899-906.
Imagem: 1


