Numa expedição realizada no início do mês de Maio, pela Sociedade Geográfica Russa e especialistas da Universidade Federal do Nordeste, foram examinados restos bem conservados de uma fêmea de mamute-lanoso. Mas o que é realmente espantoso é o fato de ter sido encontrado sangue na sua carapaça, aumentando significativamente as possibilidades de clonar este animal pré-histórico.

Fonte: materiaincognita
O mamute em causa deverá ter caído num poço com água ou talvez num pântano, levando à sua conservação na água congelada. Daqui se consegue justificar o excelente estado de conservação que a fêmea apresentava. Quando o gelo foi quebrado, mesmo em baixo do abdómen do mamute, começou a fluir sangue muito escuro, tendo ainda sido encontrados tecidos musculares preservados no sangue. Estão assim potenciadas as possibilidades de se encontrarem células vivas que possam concretizar a clonagem deste animal. Os restos foram transladados para um lugar adequado à sua conservação.
No caso de conseguirem todo o material necessário para a clonagem, o núcleo das células do mamute-lanoso será transferido para óvulos de elefante com o propósito de serem produzidos embriões com o DNA do animal. Estes seriam então colocados no útero de um elefante asiático.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=57768&op=all

