De mãos dadas com a solidão,
que me leva para longe,
por locais escuros e sombrios,
abandonando-me aos meus medos
recusando-se a deixar-me,
e eu fico cada vez mais só.
E indefesa,
à mercê da solidão,
espero por ti,
pensando,
que talvez um dia me encontres,
e a minha solidão termine
afastando o medo,
e rasgando as sombras.
E eu espero por ti…
M.A.

