Lá longe, num céu esbatido, avisto algo. É branco, é cinzento, é preto. Resume-se a uma mistura de cores cromáticas que se tornam indistinguíveis aos meus olhos doentes. E não passa de uma forma disforme, de algo que não sou, nem serei.
A minha inexistente disforme forma, perdida entre o horizonte, e a linha do mar, navega, tangente ao infinito.
M.A.

