Estudos efetuados por investigadores suíços da Universidade de Tecnologia Chalmers e da polonesa Wroclaw fizeram uma descoberta que aumentou a esperança de cura de doenças como Alzheimer e Parkinson. A nova técnica em causa poderá substituir tratamentos à base de medicamentos fortes que colocam pacientes em risco devido aos seus componentes tóxicos. Normalmente estes medicamentos são usados contra a acumulação da proteína beta-amilóide.
Este novo método não precisa de tocar no tecido cerebral. Na verdade, a descoberta consiste na distinção de placas agregadas de proteínas beta-amilóide de placas saudáveis que não são prejudiciais à atividade cerebral. A diferenciação é realizada com recurso a um laser. Desta forma, com o laser não seria necessário tratamento químico nem nenhum tipo de cirurgia.

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Encontrar as proteínas nocivas ao nosso organismo é um passo essencial, no entanto, estas também precisam de ser removidas para a cura de doenças. Os investigadores esperam que a terapia fotoacústica possa vir a ser utilizada para eliminar os agregados das proteínas beta-amilóides que estão associadas à inibição de processos cerebrais adequados. Para além da doença de Parkinson e da doença de Alzheimer este método também pode utilizado na conhecida doença das “vacas loucas”.
Fonte: Mega Curioso

