Os desinfectantes de mãos são, na sua grande maioria, à base de álcool e estão disponíveis em todos os hospitais como forma de higiene. Esta forma de higiene evita a propagação de várias doenças num local sobejamente conhecido pela sua concentração de agentes causadores de doença.
No entanto, estas formas de desinfecção causam problemas que vão para além dos incêndios. Estes desinfectantes são uma fonte de álcool para aqueles pacientes que se pretendem embriagar. São vários os artigos científicos que dão a conhecer este problema, nomeadamente:
- Consumption of alcohol-based hand sanitisers by hospital inpatients The Medical journal of Australia – 2011 (Em português: O consumo de desinfectantes de mãos à base de álcool por parte de pacientes de hospitais)
- Intoxication of a hospitalized patient with an isopropanol-based hand sanitizerN Engl J Med – 2007 (Em português: Intoxicação de paciente hospitalizado com higienizador de mãos à base de isopropanol)
- Intentional ingestion of ethanol-based hand sanitizer by a hospitalized patient with alcoholism Mayo Clin Proc – 2007 (Em português: Ingestão intencional de desinfetante para mãos à base de etanol por paciente hospitalizado com alcoolismo)
Solução?
Scott G. Weiner, médico do Hospital Tufts-New na Inglaterra e do Departamento de Emergência Médica de Bostos nos EUA, dá a conhecer um novo dispensador (foto abaixo à direita) que visa impedir os pacientes de hospitais de ingerirem o seu conteúdo. Pelo menos, dificulta a ingestão de uma garrafa inteira, afirma o autor.
Fonte: Improbable

