Após a validação no dia 30 de Dezembro de 2015, da descoberta dos elementos químicos 113, 115, 117 e 118, por parte da IUPAC, a sétima linha da tabela periódica encontra-se finalmente completa. A sua descoberta foi atribuída a equipas de cientistas russos, americanos e japoneses.
A última adição de elementos à tabela periódica remonta a 2011 com a adição dos elementos 114 (Fleróvio, Fl) e 116 (Livermório, Lv).
A IUPAC já iniciou a formalização da atribuição dos nomes e símbolos aos elementos que se denominam neste momento pelos seus nomes sistemáticos Unúntrio (Uut ou elemento 113), Ununpêntio (Uup ou elemento 115), Ununséptio (Uus ou elemento 117) e Ununóctio (Uuo ou elemento 118).
Com a descoberta do elemento 113 no Japão pela equipa de Kosuke Morita, e após lhes ter sido atribuído o crédito que era disputado pelos russos e americanos, estes vão poder nomeá-lo, sendo o primeiro elemento a ser nomeado no continente asiático.
Os quatro novos elementos, todos de origem sintética, foram detetados através do choque de núcleos mais leves seguida de observação do decaimento dos elementos de maior massa então formados. Tal como acontece com o resto dos elementos que populam o final da tabela periódica, estes possuem tempos de existência de apenas frações de segundo antes de eles próprios decaírem.
Kosuke Morita diz que o próximo passo será “explorar o território desconhecido dos elementos 119 e posteriores”.
Fontes:
The Guardian, Ptable, SIC Notícias

