Em 2010, um grupo de cientistas russos e americanos havia descoberto, o que é hoje, o novo elemento químico da Tabela Periódica, o Ununséptio. Contudo, só este ano é que o mesmo foi reconhecido como um novo elemento químico, uma vez que segundo a IUPAC (“International Union of Pure and Applied Chemistry”), um elemento só pode ser considerado novo se não tiver ainda sido descrito e se for comprovada a sua existência por pelo menos 2 grupos de investigação distintos. Ora, isso aconteceu com o corroborar por parte da equipa do Centro GSI Hemholtz, na Alemanha.
O elemento 117, com 117 protões, foi conseguido por bombardeamento de Berquélio (97) radioativo com isótopos de Cálcio (20). Apesar da síntese de novos elementos ter aumentado a Tabela Periódica, recentemente, o professor David Hinde da Australian National University diz que este elemento marca a fronteira absoluta na síntese de elementos com as tecnologias e conhecimentos que se possuem atualmente. A partir daqui, parece que apenas os elementos com números atómicos 119 e 120 possam existir, pois tratar-se-á de uma “ilha de estabilidade”.
Fonte: Physical Review Letters

