As árvores de Natal naturais (cortar um pinheiro e levá-lo para casa) são mais amigas do ambiente do que as árvores artificiais que se compram no supermercado. Portanto é preferível cortar um pinheiro todos os anos do que comprar uma árvore de natal artificial.
As árvores de Natal artificiais, à primeira vista, parecem ser mais ecológicas, pois podem ser reutilizadas ano após ano. No entanto os custos de produção e o gasto energético associado à sua produção não compensam em nada a nível ambiental. Sabendo que cerca de 80% destas árvores de Natal artificiais são produzidas na China, país este que obtém quase a totalidade da energia eléctrica através da queima de combustíveis fósseis, faz com que a produção destas árvores de Natal artificiais seja muito poluente e “agressiva” para o meio ambiente.
Para além disso, estas árvores, sendo produzidas maioritariamente na China, têm depois de ser enviadas para todo o mundo. Daqui resulta mais poluição resultante do combustível utilizado para mover os meios de transporte utilizados, habitualmente navios.
Apesar da árvore de Natal artificial ser reutilizável, esta tem um tempo de vida muito curto, porque as famílias em média renovam a sua árvore de Natal a cada 5-6 anos (Fonte: Bill Ulfelder, New York State director for The Nature Conservancy). Como a maioria destas árvores não são depois recicladas acabam por ir parar aos aterros sanitários onde permanecem durante largos milhares de anos, pois o material de que são feitas não é biodegradável.

E de que material são feitas?
Bem, a quase totalidade destas árvores de Natal artificiais são produzidas recorrendo a cloreto de polivinila, que é um derivado do petróleo e pode conter chumbo ou outras toxinas prejudiciais.
As árvores de Natal naturais são biodegradáveis e totalmente recicláveis. Os EUA possuem milhares de fazendas que se dedicam ao cultivo destas mesmas árvores e que ao mesmo tempo empregam 100 000 pessoas.

