Já em 2009, um estudo havia aferido a influência do ângulo das pernas de praticantes de ballet entre os ano de 1946 e 2004, com o intuito de perceber uma relação com o sucesso da prática desta actividade. Agora, surge um novo estudo (publicado em 2017) que examinou os comprimentos das pernas de bailarinos de ballet e comparou-os com os seus desempenhos.
Objetivo
O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre o comprimento das pernas e certos movimentos de ballet que fossem representativos de poder e destreza de movimentos. O estudo foi conduzido recorrendo a uma amostra de bailarinas femininas de grupos profissionais e também recreativos desta modalidade.
Conclusões
Os investigadores concluíram que pernas longas são vantajosas quando apetrechadas de músculos fortes o suficiente para poder tirar partido de toda essa elongação dos membros inferiores. A musculatura das pernas é portanto importante para tirar partido da máxima alavancagem proporcionadas por pernas longas.
Não obstante, as pernas mais curtas estão associadas a uma maior inércia de movimentos devida à maior exigência de força muscular para o movimento, em particular da parte posterior da perna.
Apesar da indicação de que as pernas longas possam ser vantajosas, os investigadores são avançam nenhum clara evidência de que pernas longas são sinónimo de maior sucesso no ballet.
Fonte: Improbable

