Até há bem pouco tempo sabia-se que a retina do olho humano continha bastonetes, fotorrecetores finos e alongados adaptados à visão noturna e à visão periférica. Era também de conhecimento geral que esta parte tão importante do nosso olho continha cones, outro tipo de fotorrecetores responsáveis pela visão diurna e a cores. Mas foi agora descoberto um novo fotorrecetor – pRGC.
Através de experiências com ratos transgénicos, os investigadores notaram que uma pequena percentagem de neurónios no olho se especializara em detectar a intensidade e o comprimento de onda da luz, descobrindo assim as células ganglionares fotossensíveis da retina – pRGC. Estas encontram-se ligadas ao núcleo supraquiasmático, ao sistema límbico e a zonas do córtex cerebral.
Problemas e deficiências nestas células podem levar ao agravamento de insónias, enxaquecas, depressão, diabetes, obesidade e até mesmo o risco de cancro, para além de exercerem um efeito direto sobre o estado de humor. Muitos especialistas pensam que esta nova descoberta poderá ser a solução para curar algumas formas de cegueira.
Bibliografia:
Revista Super interessante nº 159 e Wikipedia

Muito fixe, quem diria q células podessem determinar tanta coisa
Não sabia de tal tipo de receptor e muito menos que deficiências neste ultimo descoberto poderia trazer complicações como a obesidade.